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A Vale Busca Mais 210 Engenheiros E Técnicos

O projeto S11D da Vale está movimentando a área de engenharia de minas no Brasil. Com expectativa de começar a produção de minério de ferro no segundo semestre, a empresa está recrutando centenas de engenheiros e técnicos especializados para trabalhar em Canaã dos Carajás, no interior do Pará. No início do mês passado, a empresa já havia aberto 180 oportunidades profissionais para este que é o maior projeto de mineração de ferro da sua história. Todas já foram preenchidas ou mapeadas - https://Celulares.mercadolivre.com.br/samsung/usados/cartao-de-chip-port... . Agora, a Vale se prepara para contratar mais 210 profissionais de engenharia e técnicos e outros 210 profissionais de nível médio, até o fim deste ano.

Entre as vagas especializadas há para engenheiros na área de manutenção, operação e planejamento, supervisores de manutenção e técnicos de automação, manutenção, elétrica, de minas e geologia. Há ainda uma oportunidade para médico do trabalho. Todos os cargos, segundo a Vale, são para profissionais com experiência em mineração. Os cargos de supervisão podem exigir ou não formação superior, dependendo da área. No caso do supervisor de manutenção corretiva e preventiva, segundo Vera, o diploma superior não é mandatório. "É uma carreira técnica", diz. Para os profissionais técnicos especializados não há exigência de diploma universitário, bastando a formação técnica na área de atuação e a experiência profissional. O processo de recrutamento tem sido um desafio, segundo a gerente de RH. "Recebo muitos currículos, mas, é fato, que não há muitos profissionais formados na área de mineração, tanto engenheiros quanto técnicos", diz ela.

Candidatos que demonstram, além de suas realizações, foco em questões de saúde, segurança e meio ambiente são os que se destacam. "Buscamos profissionais com percepção de risco bastante aguçada porque isso é um valor para a Vale", diz Vera. Comportamento colaborativo e interesse por inovação também são aspectos importantes analisados durante a seleção. "O grande atrativo é a oportunidade de participar de um projeto que fará história não só no Brasil como no mundo", diz Vera. É que o S11D traz aspectos inéditos para a mineração de ferro mundial como o uso de correias transportadoras de minério de ferro da mina para a usina, em vez de caminhões. " É a primeira vez que isso é feito em mineração de ferro, o exemplo que temos no mundo é com carvão", diz Vera.

O processamento do ferro também traz uma inovação essencial ao meio ambiente: é feito a partir de umidade natural e não com o uso de água. Ou seja, não há barragem e, portanto, não há risco de desastre das proporções do causado pela Samarco - mineradora controlada por joint-venture entre a Vale e a BHP Billiton - em Mariana (MG). Os salários , de acordo com a Vale, são compatíveis com a remuneração praticada por empresas de grande porte e, no caso, dos engenheiros está dentro do estabelecido pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia). "Quando recebi o convite para participar da seleção, não pensei duas vezes. Mais do que um desafio profissional, para mim é um projeto de vida", diz o supervisor de manutenção corretiva do S11D, Gutemberg Araújo. De acordo com ele, o tamanho do projeto impressiona.

"Quando eu cheguei, me senti uma criança em um parque de diversões gigante por conta do tamanho dos equipamentos", diz. Com formação técnica em mecânica e diploma superior em administração de empresas, Gutemberg veio de Minas Gerais e pretende fincar os pés de vez no Pará. "A cidade me acolheu muito bem", diz ele que voltou para a Vale, depois de uma passagem pela Anglo American para trabalhar em Conceição do Mato Dentro (MG) na construção do maior mineroduto do mundo, o Minas-Rio. Gostar de morar em uma cidade pequena, aliás é um dos pontos que Vera Martins, Películas telemóveis - https://www.lmobile.pt/blog do RH da Vale, cita como essenciais para interessados em fazer parte da equipe do S11D.

"Geralmente quem é da área de mineração já está acostumado a morar em regiões mais remotas, mas não custa reforçar. Não adianta ficar pensando em cidade grande", diz. Canaã dos Carajás tem pouco mais de 30 mil habitantes. O processo seletivo, segundo Araújo, foi longo, de novembro de 2014 a maio de 2015. "Disputei a vaga com candidatos que tinham perfil parecido", diz Gutemberg. Em sua carreira, ele reúne 18 anos de experiência no trabalho com correias transportadoras, justamente uma das inovações do S11D. Encontrar pessoas de todos os cantos do Brasil e conviver com funcionários da Vale com experiência em projetos da empresa em Moçambique, por exemplo, tem sido enriquecedor, segundo Gutemberg. "Convivo com gente de todo o país, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Norte, e essas pessoas me passam lições de vida", diz Gutemberg. Sua dica aos interessados em trabalhar no S11D? "Venham, mas que venham de corpo e alma, não adianta vir só de corpo e deixar a alma na cidade de origem", diz ele que faz questão de conversar com sua família todos os dias por telefone. "É um jeito de matar a saudade", diz.

Infelizmente, essa não dá para evitar, o tempo traz mudanças implacáveis no nosso organismo. Otávio Gebara, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor de Cardiologia do Hospital Santa Paula. Além disso, as deficiências que o nosso corpo vai adquirindo com a idade, como reparação dos tecidos e de combate a infecções e câncer, podem mascarar outros problemas de saúde. Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Portanto, quanto maior a idade, mais pontos na ficha. Esse quesito dá dois pontos aos homens, o que no caso é negativo, já que quanto mais elevada a pontuação, maiores os riscos de morte nos próximo 10 anos. Isso porque é comprovado que as mulheres vivem mais do que os homens.

Otávio Gebara. Como se não bastasse, a mulher vai ao médico com mais frequência fazer check-up e relatar suas queixas, o que lhe dá a vantagem de diagnosticar doenças mais cedo. Além disso, os homens têm algumas desvantagens em seu organismo. Pois é, o cigarro não poderia faltar nessa lista. O tabagismo é fator de risco para doenças como infarto, derrame, câncer, entre outras. O clínico geral Eduardo Finger, imunologista e chefe do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento do SalomãoZoppi Diagnósticos, acredita que nosso corpo tem uma reserva de energia que acumulamos até os 35 anos e depois começa a ser gasta.

Tanto que os danos do cigarro para a saúde só são realmente zerados se o indivíduo parar antes dos 30 anos. Ter o IMC acima de 25, ou seja, com sobrepeso, resulta em mais um ponto na estatística. E alguém pode até pensar, mas qual a diferença de alguns quilinhos a mais? Gebara. Mas aqui os especialistas pedem cautela, já que o IMC nem sempre leva tanto em consideração onde está concentrada essa gordura. Inclusive, na contramão dessa pesquisa, alguns estudos demonstram que pessoas com sobrepeso têm mostrado uma maior expectativa de vida. Nesse quadro há alta taxa de açúcar no sangue, já que a insulina, hormônio que leva a glicose para dentro das células, está em falta ou não funciona mais tão bem.

Isso danifica o corpo todo. Otávio. Isso causa danos em diversas estruturas do organismo, como o cérebro, o coração e os rins. Por isso, o diabetes aumenta um ponto na lista. Já as doenças cardiovasculares, que podem ser consequentes da diabetes ou não, representam a maior causa de mortes no Brasil, cerca de 800 mil pessoas ao ano. Giacaglia. Sendo assim, já ter tido alguma falência cardíaca e ter diabetes adiciona outros dois pontos negativos a lista. O câncer também drena energia do corpo, que poderia estar sendo enviada para outros processos metabólicos. Giacaglia. O tratamento também é arriscado, afinal a quimio ou a radioterapia acabam afetando não só as células cancerígenas, como também as normais. De acordo com o estudo, quem já teve câncer tem muito mais chances de reapresentar a doença. Eduardo Finger. Ou seja, mais dois pontos no risco de morte nos próximos 10 anos.

A doença crônica mais comum dos pulmões é o DPOC, que pode se apresentar como bronquite crônica, causando uma inflamação nos brônquios, ou como enfisema pulmonar, que resulta em destruição dos pulmões ao - https://dicasuteisportugal.com.br/category/turismo-em-portugal/sua-viage... longo do tempo. Em ambos os casos, a passagem de ar para os pulmões, e consequentemente a entrega de oxigênio para o corpo, é comprometida. E isso causa ainda outros problemas, além da redução de energia que é fornecida ao corpo. Giacaglia. O DPOC adiciona mais dois pontos à lista. Depois de tantos problemas de saúde, parece estranho ver um fator do dia a dia nessa lista. São itens que representam o mesmo problema para a expectativa de vida, mas são contabilizados em separado na lista. Em primeiro lugar, essas dificuldades com atividades motoras representam dependência e podem aparecer em decorrência de alguma limitação físicas ou de doenças como AVC, paralisia ou Alzheimer. Gebara. Além disso, normalmente esses problemas estão ligados a uma redução da massa muscular também. Giacaglia. Por isso, cada um desses três problemas acrescenta um ponto à lista.

Os bilhetes na agenda dele - https://Www.Mfrural.Com.br/lista_rural_det.aspx?cod=4361&cat=35&mnom=por... são o primeiro aviso de que o clima será tenso na próxima reunião na escola. Você tenta aparentar calma, mas fica difícil segurar o nervosismo ali no meio de tanta gente. Problema: mesmo sem querer, você acaba atrapalhando o encontro entre pais e professores. Os deslizes de comportamento vão desde a desatenção, como esquecer o celular ligado, até erros mais graves, como desacreditar o professor na frente de outros pais. Para evitar que você enfrente constrangimentos e consiga superar todo o stress sem perder a calma, o MinhaVida foi conversar com uma psicopedagoga que entende tudo do assunto. 1. O pai que fica citando, em público, o problema pessoal do filho. Por que é tão vergonhoso: o pai nunca deve expor o filho, ele não sabe o que os outros pensarão e pode acabar prejudicando a criança perante os outros pais.

Além disso, a fragilidade que ele mostra pode não ser verídica. 2. O pai que chega atrasado e interrompe o professor a todo instante. Por que tão vergonhoso: o pai deve esperar o professor acabar a sua explicação e deixar as perguntas para o final. Em geral, todas as dúvidas são solucionadas. Se o pai não faz isso com o professor, imagine o exemplo que o filho recebe em casa. De que outra forma o pai pode agir: o pai deve fazer as perguntas no final da apresentação ou, em casos específicos, adiantar o assunto caso o professor vá mudar de tópico. 3. O pai que desafia o professor, contestando todas as informações que recebe. Por que tão vergonhoso: o pai deve acreditar no projeto pedagógico da escola, do contrário por que estaria ali?

Ao ficar contestando tudo o que ouve, o pai não permite que a apresentação flua e vai acabar prejudicando o seu próprio entendimento. Além de quebrar a harmonia e a sintonia na relação pai e professor. De que outra forma o pai pode agir: o pai deve procurar a professora no final e explicar suas dúvidas. Na medida do possí¬vel, a professora responderá e, caso ainda existam pontos a esclarecer, o pai deve agendar um horário para ser atendido individualmente na escola. 4. O pai que fica provocando buchichos entre os outros enquanto o professor conduz - https://www.pinterest.com/pin/405464772678495938/ a pauta. Por que é vergonhoso: porque o pai está desrespeitando o professor, além de prejudicar a reunião. De que outra forma o pai pode agir: o pai deve colocar seus pontos de vista de uma maneira construtiva ao final da exposição, mas sempre mantendo o bom senso.

Acusações pessoais e o tom de fala exaltado não ajudam em nada a melhorar algum problema que, eventualmente, a criança venha enfrentando. 5. O pai que exige a presença do coordenador, desafiando a autoridade do professor. Por que é vergonhoso: no momento que a escola julgar importante a presença do coordenador, será importante a participação. Caso contrário dificulta ainda mais aproximação da professora com a família e da professora com o aluno, que são os protagonistas desta história. De que outra forma o pai pode agir: o pai deve agendar um atendimento com a coordenadora quando precisar falar com ela. Mas não achar que a coordenadora representa uma ameaça ao professor.

6. O pai que não desliga o celular e fica entrando e saindo o tempo todo. Por que é vergonhoso: se o pai se dispõe a participar da reunião, ele deve estar interessado no que tem a ouvir. Se o pai fica com a atenção dividida, provavelmente não entenderá a essência do que está sendo exposto. Neste caso, será melhor resolver suas questões antes de voltar para a sala da reunião. De que outra forma o pai pode agir: desligando o celular. 7. O pai que leva uma criança junto, sem que isso tenha sido autorizado. Por que é vergonhoso: porque será inevitável a interrupção - https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/roubaram-190-mil-euros-por-tele... da criança no grupo, desviando a atenção do próprio pai. Portanto, esta reunião não acontecerá de maneira linear e objetiva.

De que outra forma o pai pode agir: o pai deve deixar a criança com alguém antes da reunião. Se a família não tem ninguém para cuidar da criança, o pai deve solicitar à escola que disponibilize um profissional para atendê-la. Algumas escolas oferecem este serviço, que é cobrado por hora. 8. O pai que não acredita nas reclamações do professor quanto ao desempenho/comportamento do filho. Por que é vergonhoso: o professor não deve reclamar do aluno numa reunião escolar. Assuntos relativos ao desempenho e ao comportamento de cada aluno devem ser esclarecidos individualmente. De que outra forma o pai pode agir: primeiramente, nenhuma escola pode afirmar ou diagnosticar severamente nenhum aluno. Tudo deve ser tratado com muito respeito e carinho porque se trata de um filho acima de qualquer coisa, justamente para evitar confrontos com a família. Além disso, deve ser conversado bastante seja com o professor presente ou não (casos onde não há simpatia do pai pelo professor). Com o diálogo, sempre há o favorecimento de ambos.

Você é daquelas que começa a manhã checando os e-mails antes mesmo de sair da cama ou passa a última hora do dia conferindo todos os feeds das suas redes sociais favoritas já embaixo das cobertas? Então repense. É que a luz de dispositivos eletrônicos - e isso inclui tanto os celulares quanto os computadores - pode causar um mal danado à visão. A preocupação da comunidade médica gira em torno da falta de capacidade da córnea de filtrar esse tipo de ondas eletromagnéticas. Para fugir dessa encrenca toda, a dica é descansar a visão por 20 segundos a cada 20 minutos em frente a uma tela. Vale olhar pela janela ou ao redor do cômodo. O importante é dar um respiro aos olhos. Ah, e lembre-se de piscar, pois quando estamos concentradas demais, é bem possível que esse "detalhe" passe batido. Outra boa tática é fazer o download de apps que balanceiam a claridade do celular ou usar o modo Night Shift, disponível para iPhone.

São Paulo - Apesar do suspense dos mercados globais, o Brasil deve seguir em 2012 com uma defasagem severa - https://docplayer.es/16555823-Caracterizacion-de-los-efectos-de-los-inhi... de profissionais com qualificação suficiente. Mesmo assim, há quem (apesar de um currículo interessante) não consiga encantar nenhum headhunter. As razões podem estar na maneira como a pessoa se porta na entrevista de emprego. De acordo com especialistas, mesmo entre profissionais mais experientes e que pleiteiam cargos mais executivos, os erros são comuns. O Brasil vive um momento de ouro para os profissionais com qualificação de tirar o fôlego. Ter um currículo anos luz acima da média, contudo, não pode ser justificativa para dar pano para a presunção na hora da entrevista de emprego. "É uma questão de oferta e procura.

Quando você sabe que a demanda está alta, você tende a se valorizar mais. O cuidado é que tem aumentado a soberba por parte dos candidatos", afirma Luiz Visconte, sócio da Vicky Block Associados. Cada vez mais, as empresas valorizam determinados perfis profissionais que em nada combinam com falta de humildade. "Quando você se coloca como a última bolacha do pacote, é o mesmo que dizer para o outro que ele não é tão bom quanto você", diz o especialista. "O candidato precisa baixar a guarda e mostrar que está lá, realmente, por vontade de estar". Agora, qual é o limite entre ser presunçoso e encantar o recrutador com suas qualificações ou conquistas? Com dados e fatos.

Ponto final. O problema, segundo Visconte, é que muitos candidatos se perdem em uma porção de adjetivos abstratos sobre eles mesmos. E isso só contribui para que o fique uma imagem presunçosa. "Quando você tem realizações que são compatíveis com o seu discurso não ficará a impressão de que você está tentando mostrar que é melhor do que a pessoa do outro lado", diz o sócio da Vicky Block Associados. Ao contrário. Os fatos irão "vender o peixe" sozinhos - sem que você tenha que se desdobrar para impressionar. Por isso, a dica é "descrever suas conquistas e como elas se aplicam para o cargo em questão de uma maneira clara e concisa", afirma Frédéric Ronflard, diretor da Robert Walters Brazil. Aparecer na entrevista sem ter a mínima noção sobre os negócios da companhia já é um deslize sério para candidatos a oportunidades juniores.

Para quem pleiteia um cargo mais elevado na hierarquia, essa postura vira falta gravíssima. "A entrevista é um processo de mão dupla. Da mesma forma que a empresa avalia o candidato, ele deve checar se a proposta faz ou não sentido para ele", diz Visconte. E, para isso, é preciso preparo prévio. Ao demostrar algum conhecimento sobre assuntos relacionados a empresa, o candidato denuncia que, realmente, se interessou pela oportunidade. Fato que garante alguns pontos na avaliação final. Agora, de acordo com Ronflard, essa postura não deve ser pretexto para bancar o entrevistador. Lembre-se: esse não é o momento para colocar o recrutador na parede - como se o cargo, e não você, fosse o candidato em questão. "O profissional deve conduzir a si mesmo como se estivesse determinado a conseguir o emprego em questão", diz o especialista. "Nunca feche a porta de uma oportunidade".

Sinal vermelho para os ansiosos de plantão que, de cara, querem saber tudo sobre o pacote de salários. "Você envia um sinal ruim sobre sua verdadeira motivação", explica. "Além disso, você terá outros momentos (e a pessoa certa) para discutir esse assunto quando o interesse mútuo crescer". Falar mal do emprego ou chefes anteriores além de antiético pode render pontos negativos para a avaliação final do headhunter. "Há entrevistados que, para não assumir seus atos, acabam recriminando outros", diz Visconte. Além de imaturidade, isso pode apontar o quanto não confiável é o candidato em questão. "Isso também pode gerar uma leitura ruim sobre sua real motivação para mudar de emprego", diz Ronflard. Em outras palavras, talvez você só queira fugir da atual empresa.

Diante de questões que apontem para um erro ou um tropeção anterior na carreira, o jeito é encarar com o máximo de honestidade possível - sem colocar em xeque a reputação de terceiros. "Quanto mais de frente com o problema, melhor. Menos dúvidas sobram para o recrutador", diz Visconte. "Se ele conseguir mostrar que essa experiência o ajudou a fechar um ciclo profissional, melhor". Mais e mais, as empresas estão apostando em entrevistas de emprego mais confortáveis para os candidatos. O problema é que muitos candidatos não percebem que há limites e agem como se estivessem em um happy hour com amigos. "Não há nenhum problema em ser simpático e caloroso durante a entrevista, desde que isso não ultrapasse os limites do profissionalismo", diz Rodland. "Você pode parecer próximo ao recrutador, sem ser intrusivo, por exemplo". A dica do especialista para isso é simples: "seja sempre um pouco mais formal do que o recrutador". Pode parecer básico, mas acredite: muitos candidatos a cargos executivos não conseguem desgrudar do celular nem mesmo durante uma entrevista de emprego. E, sim, há quem atenda uma ligação nessas condições.

Diabetes: Estudos recentes mostram que a musculação pode ser muito vantajosa para o portador de diabetes. Hipertensão: O hipertenso tem os vasos sanguíneos mais resistentes, o que exige esforço redobrado do coração para conseguir mandar o sangue para todos os tecidos do corpo. O exercício com pesos - com carga leve à moderada - leva à formação de novos capilares sanguíneos. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica: Quem tem DPOC sabe que o enfraquecimento da musculatura é muito comum. Isso acontece porque a oferta de oxigênio aos músculos é limitada, já que a respiração é difícil. Osteoporose: A tração que o músculo exerce sobre o osso quando é realizado o movimento da musculação estimula o remodelamento ósseo. Gustavo Neves Abade, treinador de corrida e condicionamento físico da Assessoria Branca Esportes - São Paulo.

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